Buscando tecnología de punta en sus mezclas, desarrollamos el descargador Big Bags para la descarga de materiales en sus equipos agilizando el proceso de mezcla.
La empresa brasileña Super Steel actúa en el mercado del sector industrial de procesos, suministrando equipos y completas soluciones de alta productividad y estándar para las diversas áreas en el sector, como: Alimentación, Farmacéutico, Civil, Cosmético, entre otros.
El descargador de BIG BAGS fabricado por Super Steel es un equipo de excelente costo beneficio y ha sido desarrollado para ser utilizado en el proceso de envasado de diversos tipos de materiales en polvo y granulados como por ejemplo fécula de mandioca, harina de trigo, morteros entre otros en embalajes tipo big bags.
Poseen accesorios como masajeadores neumáticos laterales para un mejor flujo del material de extracción y filtrado. Los descargadores de big bags han sido diseñados para perfeccionar las operaciones de envasado de big bags de forma práctica y eficiente, reduciendo el tiempo y el riesgo de la operación.
Principales beneficios:
• Equipamiento preciso
• Fácil de operar
• Robusto
• De bajo costo operativo y de gran productividad
El descargador de BIG BAGS fabricado por Super Steel es un equipo de excelente costo beneficio y ha sido desarrollado para ser utilizado en el proceso de envasado de diversos tipos de materiales en polvo y granulados como por ejemplo fécula de mandioca, harina de trigo, morteros entre otros en embalajes tipo big bags.Poseen accesorios como masajeadores neumáticos laterales para un mejor flujo del material de extracción y filtrado. Los descargadores de big bags han sido diseñados para perfeccionar las operaciones de envasado de big bags de forma práctica y eficiente, reduciendo el tiempo y el riesgo de la operación.
Principales beneficios:
• Equipamiento preciso
• Fácil de operar
• Robusto
• De bajo costo operativo y de gran productividad
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La industria 4.0 y su tecnología
US economist Jeffrey Sachs of Columbia University recently stated that "the future of the world depends on engineers." In Brazil, such transformations are already beginning to be drawn in two strategic movements: one in industry and another in education to be implemented in Industry 4.0
Nova ideia de adaptação de empresas ao modelo que vem sendo chamado de “indústria 4.0”, integrando diversos tipos de tecnologias no processo produtivo.
Na área educacional, a movimentação é mais intensa, podendo citar iniciativas estruturantes que apontam para um novo caminho na formação de engenheiros no Brasil.
Outra iniciativa, nesse cenário de futuro, é a criação, pela Poli-USP, da Rede de Escolas de Engenharia Empreendedora, cuja metodologia oferece formação para empreendedores, com o objetivo de incentivar a criação de startups a partir de pesquisas desenvolvidas em universidades e – o mais importante – tendo como base o desenvolvimento de cada cidade, a partir dos seus problemas e suas demandas.
Outra iniciativa, nesse cenário de futuro, é a criação, pela Poli-USP, da Rede de Escolas de Engenharia Empreendedora, cuja metodologia oferece formação para empreendedores, com o objetivo de incentivar a criação de startups a partir de pesquisas desenvolvidas em universidades e – o mais importante – tendo como base o desenvolvimento de cada cidade, a partir dos seus problemas e suas demandas.
Ainda, por meio dos integrantes de engenharia realização de projetos inovadores das instituições de ensino superior dos cursos de Engenharia, fazendo uso dos avanços da tecnologia educacional, com ganhos na melhoria da qualidade do aprendizado, do devido uso das metodologias ativas e da realidade aumentada, criando uma nova geração de docentes e com custo mais acessível para os alunos, garantindo cursos de qualidade, flexibilidade e com empregabilidade.
Importante destacar essas iniciativas foi o resultado de um intenso trabalho conjunto da Abenge, CNI e Ministério da Educação ao longo de 2017 e, talvez, pela primeira vez no Brasil, uma “fusão do trabalho integrado, na busca de qualidade do sistema nacional de educação em engenharia”.
Em 2018, a engenharia brasileira deu a sua virada.


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